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Terça, 02 de Setembro 2014.



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14/08/2012 21:41:20

Projeto autoral de Cannibal será lançado no U.K. Pub

Noite terá discotecagem especial de Renato L. DJs Bahiano e Bruno Pedrosa

RENATO FILHO

Por Iara Lima

Sonoridades de Dub e Ragga que bebem na origem do reggae roots jamaicano. Esta é a proposta de Café Preto, disco independente realizado pelo músico Cannibal em parceria com o DJ e produto Bruno Pedrosa e o músico PI-R. Na obra, a voz do filho ilustre do Alto José do Pinho aparece com delays e reverbs característicos do dub e surpreende ao evidenciar outra aptidão do músico. A bolacha vai ser apresentada pela primeira vez, no palco do U.K. Pub, no dia 30 de agosto (quinta-feira), às 23h. Os ingressos custam R$ 25,00 e serão comercializados no local.

O Café Preto já está disponível para audição e full download através do www.cafepreto.mus.br e o trabalho tem recebido elogiosas críticas e avaliações como da Folha de São Paulo e Jornal O Globo. Na noite de lançamento, a banda irá mostrar as oito canções que compõem a obra. Para agitar a pista, o line up contará com o som dos DJs Bruno Pedrosa, Bahiano (Sala da Justiça)e do jornalista e ex-secretário de Cultura do Recife, Renato L., que reestréia nas pick-ups após sua jornada política.

O disco - Segundo Cannibal, mais conhecido por estar à frente da banda de Punk Rock Hardcore Devotos há mais de duas décadas, o surgimento do projeto foi natural e não compromete o trabalho junto aos Devotos, que continuam firmes e fortes. "Sempre quis cantar e escrever outras coisas e o reggae sempre esteve muito presente na minha vida". Inspirado pelo modelo de Sound System - surgido na própria Jamaica – ele convidou o produtor Bruno Pedrosa para dar início ao Café Preto.

Cannibal desfrutou de um processo criativo livre, no qual escreveu as letras sobre as bases elaboradas por Pedrosa. As gravações aconteceram entre março e agosto 2007 no estúdio do Poço (Recife) e, de lá pra cá, o projeto vem sendo finalizado e ganhou a assinatura de mixagem de Victor Rice (responsável, entre outras coisas, pelo antológico disco The Dub Side of the Moon) e do paulistano Mau no Estúdio COPAN, em São Paulo. A masterização foi feita pelo engenheiro de som Fernando Sanches no estúdio EL ROCHA, também em São Paulo.

A trajetória e o carisma de Cannibal fazem de Café Preto uma obra singular ao também angariar participações mais do que especiais: fazem parte do disco Fred Zeroquatro e Areia (Mundo Livre S/A), Chico Tchê, Publius, Ori, Marcelo Campello, Berna Vieira e Zé Brown, além do carioca Ras Bernardo. A arte da capa tem a assinatura de Jorge Du Peixe, h.d. Mabuse e Haidee Lima (autom.ato), a assinatura do figurino é de Eduardo Ferreira e as fotos serão feitas pelo profissional Renato Filho.

E o Café Preto? Cannibal explica que o projeto já estava em curso quando a Devotos estava em turnê internacional. Ao pernoitar na Eslovênia, o garçom perguntou a ele se não desejaria um Black Coffee. O músico gostou da sonoridade das palavras e resolveu batizar assim o projeto. O aportuguesamento do nome aconteceu através de uma conversa informal com Jorge Du Peixe que apostava no bom e brasileiríssimo pretinho básico. Vai um Café Preto aí?


Para saber mais:
http://cafepreto.mus.br/
http://twitter.com/cafe_preto
http://cafepreto.mus.br/facebook
http://soundcloud.com/cafepreto  
http://vimeo.com/cafepreto  
http://www.youtube.com/cafepretooficial
http://www.flickr.com/photos/cafe_preto/





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